E se a palavra de ordem fosse: Ouvir o povo das ruas?
E se as informações da cidade estivessem dispostas como no site de uma loja on-line?
E se fosse tão fácil saber dos gastos públicos como é saber sobre a novela ou o BBB 1000?
E se todos quiséssemos saber por que a cidade ainda enche na época de chuvas?
E se procurássemos as escolas públicas para ajudarmos a educar?
E se não precisássemos de carros com tantos ônibus novos rodando na cidade? Se a passagem só aumentasse quando alguma melhoria significativa acontecesse?
Se os pedágios substituíssem o IPVA?
Se os valores que as concessionárias cobram por serviços públicos, fossem traduzidos em investimentos reais? Saneamento e tecnologia!
Se ao invés de apenas considerar tais hipóteses, tudo isso fosse verdade?
Não deveria ser mais do que algumas clicadas. Computadores e internet já existem. Falta que os sites dos governos sejam claros e intuitivos. Que investissem 32milhões em tecnologia de informação e não em propaganda. Existem países onde, mesmo senadores, dispõem de pouco mais do que uma secretária, um pequeno escritório e o seu próprio carro. Você sabe de quanto dispõe apenas um vereador em São Paulo? Melhor, de quanto lhe custa a estrutura do governo apenas da cidade de São Paulo?
E do Estado, do País?
Tudo é o seu rico dinheirinho.
Mas nunca farão nada diferente do que já vem fazendo e nunca será muito mais do que já é agora, a menos que muita gente resolva ganhar uns minutinhos do dia e navegar na dificuldade que é encontrar informações públicas sobre a cidade e sobre seus administradores. Essa dificuldade não precisa existir.
E se você ajudasse? Quão melhor seria no início do ano que vem?
Ajude.

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